terça-feira, 28 de novembro de 2017

Aula do dia 13 de novembro



Na aula do dia 13 de novembro, a professora Rita passou para os alunos um trabalho que seria a construção de um texto abordando os tópicos:
·         Interdisciplinaridade;
·         Indisciplina em sala de aula;
·         Educação para os direitos humanos;
·         Relações pedagógicas;
·         Mediação pedagógica.
Além de conter uma introdução e conclusão. Também foi passado uma dinâmica para ser realizada na segunda feira, dia 20 de novembro de 2017 onde os alunos se reuniriam e discutiriam os assuntos abordados com a técnica de GVGO. Após isso, os alunos se reuniram nos grupos dos blogs e discutiram acerca da construção dos textos.


Aula
Objetivo
Conteúdo
Procedimento de Ensino
Procedimento de Avaliação
Recursos
13/11/2017
Construção de um texto abordando assuntos de práticas freireanas
Práticas Freireanas
Aula expositiva inicialmente; Aula de discussão entre os alunos
Participação dos alunos e atuação durante a aula
A oralidade


segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Aula dia 16 de novembro de 2017

Willian Oliveira de Morais





A aula presencial, ou seja, na própria UNIFEI não aconteceu. Porém, esse tempo fora utilizado na confecção de uma autoavaliação das postagens e na construção desse BLOG feito em grupo, ou pelo menos pela maioria dos integrantes do grupo, relatando a experiencia de se utilizar essa ferramenta, sua contribuição mediante ao aprendizado a medida que se relata aqui as conceitos adquiridos em sala de aula e os sentimentos e opiniões quanto a realização desse trabalho em grupo. Logo em seguida, essa autoavaliação, fora encaminhado à professor Rita para ser avaliado.
Além disso, a confecção de um trabalho ao qual analisamos alguns contextos pedagógicos tal como indisciplina, interdisciplinaridade, relações pedagógicas, entre outras através das categorias freirianas, fora realizada neste tempo de modo a termos uma reflexão dos conteúdos de  Didática mediante confecção deste trabalho. Sendo portanto, essa ausência da aula presencial, proveitosa no sentido de aprendizado, porém, em casa.


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Aula do dia 20 de Outubro de 2017

Pedagogia da Autonomia


Na aula de hoje demos continuidade as discussões do segundo capítulo do livro "Pedagogia da Autonomia" de Paulo Freire.

Fizemos a seguinte reflexão: que ensinar exige uma apreensão da realidade e do inacabamento do ser humano. O ser humano é, por natureza e talvez definição, inacabado.

Uma vez inconcluso, o ser humano necessita de educação, colocamos a cultura em nossas vidas e transmitimos o saber às novas gerações. Devemos ter é esperança como docentes no que tango aos dicentes: é possível que podemos promover a esperança nos alunos, que também são seres inacabados. Com isso, deve-se ter em mente a realidade do aluno, o contexto, os problemas e as soluções trazidas para a sala de aula. É uma sensibilidade que deve ser próprio da pessoa que é professor.

É bom que tenhamos em mente que temos que ouvir nossos alunos. Em uma sala lotada, quantas histórias diferentes, quantas realidades, quantos conflitos defrontamos e que estão querendo ser ouvidos por não ter onde se esvair. De fato, são múltiplos os fatores que influenciam diretamente nos processos de ensinar e aprender. Um dos fatores é o conhecimento da realidade do aluno, este nos dá sinais e é aí que devemos conhecê-lo bem e treinar o tato como professores.

Conhecendo o aluno é possível ensinar e ensinar bem. Conhecendo suas vivências, seu contexto e sua realidade é possível encontrar do emaranhado de contradições e as potencialidade. A realidade do aluno pode ser transformada e assume uma aprendizagem significativa, contextual e historicamente situada. Porém, que a prática se aproxime cada vez mais do discurso do professor. Nem sempre conseguimos realizar o ofício dignamente, porém a utopia é útil para que se transforme a realidade, lutando cotidianamente contra a incoerência e se analizando permanentemente sobre aquilo que fazemos. Tem-se um professor crítico, que se questiona e tem sua prática dinâmica, fluida.

Outra ideia que tomamos como notável, dentre tantas, é que na pedagogia da autonomia temos um conjunto de teorias e significados que correspondem os processos de ensino-aprendizagem que acredita no inacabamento humano e, portanto, na possibilidade humana de transformação e mudança, onde a autonomia é assumir-se como sujeito responsável, ético, político, epistêmico. Só um professor autônomo é capaz de trazer e dar à luz à autonomia do aluno, como o prizioneiro que liberto os outros cativos e os leva à luz no mito platônico.

Ainda assim, o professor é um ser político que deve ser inimigo da acomodação, deve ser partícipe da sua sala de aula e do contexto de sua profissão, estando atento a tudo que concerne à sociedade. Que também o professor lute pelos seus direitos, tanto profissionais quanto de cidadania.

É também o docente promotor da colaboração, junto com os alunos, com os outros professores. A colaboração docente é um fator determinante que poderá mudar o rumo da educação desse país.

O existêncilismo de Freire nos traz a processualidade do processo de educação, nesse sentido, o existêncialismo é substrato à consciência e pensamento crítico. O existir é construído com todas as coisas, com a vida. A intencionalidade, outra aspecto da pedagogia freiriana, é fundamental para os professores nessa perspectiva.

Objetivo
Conteúdo
Procedimento de Ensino
Procedimento de Avaliação
Recursos

Compreensão do capítulo 2 do livro Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire
continuação do Capítulo 2
Aula interativa entre professora e alunos
Participação dos alunos e atuação durante a aula
A oralidade e leitura do capitulo.

Aula dia 26 de outubro 2017
Willian Oliveira de Morais



PEDAGOGIA DA AUTONOMIA

de Paulo Freire


Nesta aula discutimos sobre o capítulo 2 da obra Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire. Segundo Freire, existem diversos tipos de educadores entre eles: os críticos, os progressistas e conservadores, os bancários e os problematizadores, porém, é necessário que todos tenham certos conhecimentos em comum. Por isso ele destaca a necessidade da reflexão critica sobre relação a relação Teoria e Prática com alguns cuidados para que a teoria não se torne algo supérfluo e a prática, ativismos apenas. O professor deve portanto possibilitar que o aluno adquira o conhecimento de modo dinâmico e não apenas transferi-lo ao mesmo. Sendo assim, cabe ao docente buscar metodologias menos tradicionalistas para que a construção do conhecimento seja possível e atingir o cerne de seu significado. O ensino não se reduz a um atributo do aprender, deve estimular o aluno à curiosidade, o pensamento crítico no desenvolvimento da capacidade de aprendizado constrói a curiosidade epistemológica, o que nos permitirá recusar ensino bancário.dá especial atenção ao efeito transformador que simples gestos podem trazer a vida do aluno. Recorda-se pessoalmente que quando criança, um destes gestos lhe trouxera a confiança necessária para prosseguir.
Para Freire, o ser humano é um ser inacabado (inacabamento humano), ou seja, o homem sempre aprende, sempre se atualiza, sempre necessita de algo novo para a sua formação e esse processo só se finda no momento em que este morre, mas este processo só é efetivo, quando este percebe e aceita essa característica e se utiliza disso para se autocontruir e se tornar cada vez melhor.







Aula
Objetivo
Conteúdo
Procedimento de Ensino
Procedimento de Avaliação
Recursos
26/10/2017
Compreensão do capítulo 2 do livro Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire
Capítulo 2
Aula interativa entre professora e alunos
Participação dos alunos e atuação durante a aula
A oralidade e leitura do livro



Aula do dia 13 de novembro

Na aula do dia 13 de novembro, a professora Rita passou para os alunos um trabalho que seria a construção de um texto abordando os tópi...