Pedagogia da Autonomia
Na aula de hoje demos continuidade as discussões do segundo capítulo do livro "Pedagogia da Autonomia" de Paulo Freire.
Fizemos a seguinte reflexão: que ensinar exige uma apreensão da realidade e do inacabamento do ser humano. O ser humano é, por natureza e talvez definição, inacabado.
Uma vez inconcluso, o ser humano necessita de educação, colocamos a cultura em nossas vidas e transmitimos o saber às novas gerações. Devemos ter é esperança como docentes no que tango aos dicentes: é possível que podemos promover a esperança nos alunos, que também são seres inacabados. Com isso, deve-se ter em mente a realidade do aluno, o contexto, os problemas e as soluções trazidas para a sala de aula. É uma sensibilidade que deve ser próprio da pessoa que é professor.
É bom que tenhamos em mente que temos que ouvir nossos alunos. Em uma sala lotada, quantas histórias diferentes, quantas realidades, quantos conflitos defrontamos e que estão querendo ser ouvidos por não ter onde se esvair. De fato, são múltiplos os fatores que influenciam diretamente nos processos de ensinar e aprender. Um dos fatores é o conhecimento da realidade do aluno, este nos dá sinais e é aí que devemos conhecê-lo bem e treinar o tato como professores.
Conhecendo o aluno é possível ensinar e ensinar bem. Conhecendo suas vivências, seu contexto e sua realidade é possível encontrar do emaranhado de contradições e as potencialidade. A realidade do aluno pode ser transformada e assume uma aprendizagem significativa, contextual e historicamente situada. Porém, que a prática se aproxime cada vez mais do discurso do professor. Nem sempre conseguimos realizar o ofício dignamente, porém a utopia é útil para que se transforme a realidade, lutando cotidianamente contra a incoerência e se analizando permanentemente sobre aquilo que fazemos. Tem-se um professor crítico, que se questiona e tem sua prática dinâmica, fluida.
Outra ideia que tomamos como notável, dentre tantas, é que na pedagogia da autonomia temos um conjunto de teorias e significados que correspondem os processos de ensino-aprendizagem que acredita no inacabamento humano e, portanto, na possibilidade humana de transformação e mudança, onde a autonomia é assumir-se como sujeito responsável, ético, político, epistêmico. Só um professor autônomo é capaz de trazer e dar à luz à autonomia do aluno, como o prizioneiro que liberto os outros cativos e os leva à luz no mito platônico.
Ainda assim, o professor é um ser político que deve ser inimigo da acomodação, deve ser partícipe da sua sala de aula e do contexto de sua profissão, estando atento a tudo que concerne à sociedade. Que também o professor lute pelos seus direitos, tanto profissionais quanto de cidadania.
É também o docente promotor da colaboração, junto com os alunos, com os outros professores. A colaboração docente é um fator determinante que poderá mudar o rumo da educação desse país.
O existêncilismo de Freire nos traz a processualidade do processo de educação, nesse sentido, o existêncialismo é substrato à consciência e pensamento crítico. O existir é construído com todas as coisas, com a vida. A intencionalidade, outra aspecto da pedagogia freiriana, é fundamental para os professores nessa perspectiva.
Uma vez inconcluso, o ser humano necessita de educação, colocamos a cultura em nossas vidas e transmitimos o saber às novas gerações. Devemos ter é esperança como docentes no que tango aos dicentes: é possível que podemos promover a esperança nos alunos, que também são seres inacabados. Com isso, deve-se ter em mente a realidade do aluno, o contexto, os problemas e as soluções trazidas para a sala de aula. É uma sensibilidade que deve ser próprio da pessoa que é professor.
É bom que tenhamos em mente que temos que ouvir nossos alunos. Em uma sala lotada, quantas histórias diferentes, quantas realidades, quantos conflitos defrontamos e que estão querendo ser ouvidos por não ter onde se esvair. De fato, são múltiplos os fatores que influenciam diretamente nos processos de ensinar e aprender. Um dos fatores é o conhecimento da realidade do aluno, este nos dá sinais e é aí que devemos conhecê-lo bem e treinar o tato como professores.
Conhecendo o aluno é possível ensinar e ensinar bem. Conhecendo suas vivências, seu contexto e sua realidade é possível encontrar do emaranhado de contradições e as potencialidade. A realidade do aluno pode ser transformada e assume uma aprendizagem significativa, contextual e historicamente situada. Porém, que a prática se aproxime cada vez mais do discurso do professor. Nem sempre conseguimos realizar o ofício dignamente, porém a utopia é útil para que se transforme a realidade, lutando cotidianamente contra a incoerência e se analizando permanentemente sobre aquilo que fazemos. Tem-se um professor crítico, que se questiona e tem sua prática dinâmica, fluida.
Outra ideia que tomamos como notável, dentre tantas, é que na pedagogia da autonomia temos um conjunto de teorias e significados que correspondem os processos de ensino-aprendizagem que acredita no inacabamento humano e, portanto, na possibilidade humana de transformação e mudança, onde a autonomia é assumir-se como sujeito responsável, ético, político, epistêmico. Só um professor autônomo é capaz de trazer e dar à luz à autonomia do aluno, como o prizioneiro que liberto os outros cativos e os leva à luz no mito platônico.
Ainda assim, o professor é um ser político que deve ser inimigo da acomodação, deve ser partícipe da sua sala de aula e do contexto de sua profissão, estando atento a tudo que concerne à sociedade. Que também o professor lute pelos seus direitos, tanto profissionais quanto de cidadania.
É também o docente promotor da colaboração, junto com os alunos, com os outros professores. A colaboração docente é um fator determinante que poderá mudar o rumo da educação desse país.
O existêncilismo de Freire nos traz a processualidade do processo de educação, nesse sentido, o existêncialismo é substrato à consciência e pensamento crítico. O existir é construído com todas as coisas, com a vida. A intencionalidade, outra aspecto da pedagogia freiriana, é fundamental para os professores nessa perspectiva.
Objetivo
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Conteúdo
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Procedimento de Ensino
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Procedimento de Avaliação
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Recursos
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Compreensão do capítulo 2 do livro Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire
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continuação do Capítulo 2
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Aula interativa entre professora e alunos
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Participação dos alunos e atuação durante a aula
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A oralidade e leitura do capitulo.
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